Look at the time...

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Lista de Desejos #2

Tendo-me decidido a deixar o ginásio, por definitivo, e depois de me aconselhar com o meu irmão, decidi que este será um dos próximos investimentos.

TSPBV1-01_800

Podia andar aqui com explicações e mais explicações acerca desta maravilha (pelo menos, assim espero), mas ao invés, deixo-vos o link para o site.

Parado, é que não posso ficar!

- BL

terça-feira, 26 de maio de 2009

Luso - Pequeno esclarecimento

Devem ter notado que assim de repente surgiram uma catrefada de posts relativos à viagem que fizémos ao Luso, e com datas anteriores às de publicação. O que acontece é que aproveitei o facto de ter levado o portátil para ir escrevendo estes posts à noitinha, e como não tenho net móvel, só agora é que tive tempo para compôr os posts, inserir hyperlinks e etc. Graças a ter feito algum trabalho de pesquisa (por causa dos links) descobri que muito nos faltou ver na Mata do Buçaco, assim como em Coimbra. É óbvio que ficou um gostinho para lá voltarmos e passarmos tudo a pente fino!

Pronto... era isto. ;)

- BL

segunda-feira, 25 de maio de 2009

domingo, 24 de maio de 2009

Luso - 4º e último dia

Sendo o último dia, tínhamos combinado que íamos só passar em Coimbra para comprar uma caixa de pastéis de Tentúgal e que depois seguíriamos para Conímbriga, porque a R. nunca tinha visitado.

Digamos que com tanto tempo perdido, démos por nós a almoçar em Condeixa-a-Nova (já com os pastéis no bolso) e só depois de almoço é que fomos às ruínas.

Numa só palavra: desilusão

Foi praticamente uma perca de tempo. Aqui cada adulto paga 4€ para visitar as ruínas e o museu. É-nos dado um mapa com indicação dos vários sitios por onde vamos passar, mas quando finalmente estamos a percorrer as ruínas não existe uma única placa alusiva aos lugares que estamos a observar. A dada altura, já não sabia se estávamos no forum, ou nas grandes termas do Sul, ou nas casas dos nobres que aqui residiam.

Tinha achado muito mais piada quando lá tinha ido numa visita de estudo e não me lembrava daquilo assim. Enfim, os anos passam, mas ali não mudaram nada. Só me lembrava dum museu que vimos em Barcelona, que continha as ruínas da cidade. Era totalmente coberto, tinha indicações do que estávamos a ver e também tinham ilustrações de como seriam as pessoas na época, e claro, objectos que foram encontrados durante as explorações.

É claro que Conímbriga é muito maior (mesmo muito maior) que a cidade romana por baixo de Barcelona, mas não sendo possível cobrir todo o recinto (que está assim a sofrer as consequências da erosão) pelo menos, podiam ter colocado placas a identificar os vários sitios por onde vamos passando.

O museu monográfico dá para conhecer um pouco do povo que ali viveu, da sua cultura e de alguns rituais, principalmente fúnebres. Infelizmente, após tal desilusão não deu para saboreá-lo da melhor maneira.

Foi pena que o nosso fim de semana tivesse terminado desta maneira, mas enfim.

O melhor deste fim de semana foi o Portugal dos Pequenitos e a Mata do Buçaco.

O pior foi, definitivamente, Conímbriga.

(Já sei que fui demasiado extenso… mas de outra forma como puderia explicar tudo o que vivemos neste fim-de-semana?)

- BL

sábado, 23 de maio de 2009

Luso - 3º dia

Este dia foi aproveitado para andar por aqui, e finalmente entrar na Mata do Buçaco (ou Bussaco, como antigamente). É realmente uma maravilha da Natureza. A quantidade e qualidade da flora é magnífica. O cenário assemelha-se a Sintra, mas com mais claridade e maior diversidade de espécies arbóreas.

Entrámos pela porta do Luso, e parámos na fonte Fria, onde um grupo de pessoas iam iniciar um piquenique, coisa que na zona é perfeitamente comum. A estupidez levou-os a colocar tudo o que era bebida, refrigerante e vinho dentro da própria fonte, inclusivamente uma caixa de cartão com garrafas. Não compreendo porque é que nós somos assim tão inconscientes.

Com a R. a dar de mamar ao A., eu e o D. subimos todos os degraus da fonte para vermos os diversos andares da mesma. Chegados lá acima, o D. queria continuar pelo carreiro, mas tivémos que ir para baixo pois não tinha piada andarmos nós a passear com os outros dois elementos da familia dentro do carro.

Fomos então até ao Palácio Hotel do Buçaco, onde visitámos o convento de Santa Cruz do Buçaco. O Palácio é algo de… espectacular. Não se pode visitar, a não ser que sejamos hóspedes. Deve ser das obras mais belas que eu vi em Portugal e no estrangeiro. Claro que como Hotel de 5*, o custo de aqui pernoitar é demasiado elevado para os comuns mortais, ainda mais quando são Portugueses.

Para entrar no convento paga-se 1€/adulto, até aos 64 anos, e as crianças não pagam. (Como é que é possível podermos manter os nossos monumentos com uma quantia tão baixa! Fosse noutro país e pagaríamos mais do que o dobro.)

O convento foi fundado em 1628 e pertencia à ordem dos Carmelitas Descalços. Achámos engraçado as portas e o tecto serem feitos de cortiça, talvez por ser um excelente elemento isolador. Em cada canto do claustro-corredor, existem painéis de azulejo. Existe uma porta que nos dá acesso à igreja, onde se encontra o túmulo de D. João de Melo, bispo de Coimbra que foi quem doou as terras à Ordem. Na sua lápide pode ler-se:

Vivo, não morto
Aqui está, não jaz
D.João de Melo
Bispo de Coimbra

De volta ao claustro, outra porta permite-nos entrar nas acomodações do Duque de Wellington, que aqui pernoitou após a famosa Batalha do Buçaco, que decorreu a 27 de Setembro de 1810, e onde o império napoleónico (ou o império do Ladrão) sofreu a sua primeira derrota.

Démos a volta completa ao palácio e seguimos uma estrada que foi dar a um passo, isto porque dentro da Mata do Buçaco existe uma via sacra com os 20 passos de Cristo. Por motivos óbvios, não nos metemos na aventura de percorrer a mata a pé, mas fica prometido para uma outra oportunidade, até porque é a única maneira de a apreciarmos devidamente.

Entrámos no carro e fomos até à Cruz Alta, de onde se tem uma vista magnífica sobre três distritos, Coimbra, Aveiro e Viseu. É o ponto mais alto do Bussaco.

Almoçámos no restaurante “O Cesteiro” no Luso, onde fomos muito bem presenteados com um “Bacalhau à Cesteiro”, que terminou com umas “Natas do céu”. A seguir ao repasto, fomos até ao monumento comemorativo da Batalha do Buçaco e visitámos o Museu Militar. Aqui também só se paga 1€/adulto, as crianças até aos 10 anos não pagam, e é um museu de propriedade do Exército Português. O museu foi inaugurado em 1910, aquando da comemoração do 1º Centenário da batalha. Como não puderia deixar de ser, este contém toda a informação e espólio da batalha. Tem duas maquetes com cenários de combate, onde podemos ter alguma noção do que se passou, peças militares, figuras uniformizadas e uma peça de campanha de 9 libras que tomou parte na batalha e respectiva guarnição. Aqui não é permitido fotografar. A capela que se encontra anexa (aliás, é o museu que se encontra anexo) está fechada à espera de restauro. Vale a pena visitar.
Daqui, voltámos a entrar na Mata, pela porta da Rainha e fizémos o sentido inverso. Deparámo-nos com uma das maiores e mais largas árvores aqui existentes, um eucalipto da Tasmânia, que foi plantado em 1882 e mede cerca de 60 metros. Ainda passei de fugida no Cruzeiro e, por engano meu, voltámos a sair pela mesma porta, a do Luso.

Terminámos o dia na fonte de São João, a encher os (apenas) 3 garrafões que tínhamos no carro, com a famosa água do Luso.

A seguir ao jantar, fomos até Coimbra, para observar a cidade à noite. Foi apenas uma volta de carro pelas ruas estreitas e aproveitar para tirar algumas fotos às repúblicas, à universidade, etc… mas infelizmente não ficaram nada de jeito pois a luminosidade era pouca.

- BL

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Luso – 2º dia

Estava combinado para este dia irmos com os filhotes ao Portugal dos Pequenitos. Dito e feito, seguimos rumo a Coimbra, mas como saímos um pouco tarde, achámos que seria melhor andarmos um bocadinho pela baixa da cidade, almoçar e só depois seguirmos para o parque temático.

Digamos que, pela segunda vez neste ano, perdi a paciência com as voltas e voltinhas pela cidade. A maneira como o trânsito é obrigado a “girar” pela cidade é de loucos! Não fosse a R. e tinha dado meia-volta e ido embora, mas lá arranjámos um lugarzito, onde um cromo do sitio não parou de me chatear porque estava muito em cima dum Mercede$, e que o carro depois não saía e mais não sei o quê… enfim, para não o ouvir mais, lá tive que andar um pouco para trás com o carro.

Seguimos para a baixa da cidade, onde o movimento era muito pois era sexta-feira e a maoiria dos estudantes (senão, todos) vão passar o fim de semana com a familia. Achei a cidade muito suja, em relação aos prédios circundantes. Ao andar no passeio, notei que as pessoas gostam muito de ir em cima de uma das outras. Não se pede licença para passar, ao invés, andamos em cima das pessoas até elas se dignarem a olhar para trás e a ceder passagem.

Alguns mânfios (de sua maioria, romenos) circulam na baixa, nomeadamente, ao pé dos monumentos. Um deles perdeu a cabeça com a filha (de uns 5 anos) e andava-lhe a bater e a ralhar, mas não sei até que ponto é que não seria um chamariz para os estrangeiros que lá estavam ao pé caírem nalguma esparrela.

Fomos até à Igreja de Santa Cruz (além de ser Igreja também tem a designação de Mosteiro), onde entrámos. Julgo que era esta igreja que se estava a afundar, tanto que para entrarmos nela tinhamos que descer uns degraus. Agora temos uma rampa para uma praça ampla onde a mesma se situa ao nível do chão.

Coimbra_TumuloAfonsoHenriques

Lá dentro encontram-se os túmulos de D. Afonso Henriques e julgo que de Sancho I. Digo julgo, porque não existe informação relativa aos túmulos, e o meu latim arcaico … é… tipo… nulo! Não visitámos os claustros  porque isto de andar com uma criança ao colo, e outra que passou o tempo a correr e a saltar dum lado para o outro da Igreja não dá para fazer muito. Já não foi nada mau termos entrado.

O almoço foi numa antiga padaria convertida em padaria/bar/restaurante. Após a refeição, passámos no Turismo para nos darem algumas informações relativas ao Portugal dos Pequenitos e ao Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.

Eram 14:30 quando entrámos no Portugal dos Pequenitos, e saímos às 18:15. Dá para perceber que gostámos do sitio, então o D. nem se fala, foi um rodopio pelas casitas, a seguir foi a vez do parque infantil e depois foi um escorrega que terminava numa piscina de bolas de várias cores!

Coimbra_PPeq

Por último passámos pela casa brasileira onde decorria um filme animado (computadorizado) acerca da viagem de Pedro Álvares Cabral. Achei engraçado a forma como o filme era mostrado, os visitantes visionam o filme estando na proa duma caravela, rodeada de um oleado que nos faz pensar que estamos no Mar a caminho de terras de Vera Cruz.

Quando saímos do parque temático, metemo-nos a caminho do hotel e os miúdos aterraram durante a viagem… pudera!

- BL

Seis

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Parabéns, meu Amor.

- BL

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Luso - 1ºdia

Não sei se este poderá contar como o primeiro dia, até porque este foi o dia da chegada, mas siga.

Depois da viagem de quase três horas, devido a paragem para dar de mamar ao mais pequeno, chegámos ao Luso. Após algumas voltas no centro da vila (julgo que é vila) lá achámos o hotel. O Inatel Lusitano é um edificio grande cor-de-rosa, talvez de meados do século passado. A entrada prevê um hotel antigo, mas com finesse. O chão de madeira, a larga escadaria e as portas com vidro fosco são as primeiras impressões que um recém-chegado conhece.

Fizémos o check-in e fomos para o quarto. Fomos colocados numas águas furtadas, porque já não havia quartos triplos. Por nós tudo bem… até termos entrado no quarto. (Atenção! Em questões de limpeza e higiene, não temos nada a apontar) O problema era mesmo a qualidade dos aposentos. As camas, os móveis, a casa-de-banho, e alguns acessórios que já deviam ter ido para à reciclagem. Já ficámos em sitios piores, por isso… que se lixe, vamos mas é aproveitar a estadia.

Descarregámos as malas, e fomos ao supermercado onde descobrimos umas bolachinhas… mmmm… estão agora ali a olhar para mim, assim como a dizer: “Vá, não te acanhes… come-me” (Por falar nisso, no caminho de São Lameiro para cá, pela estrada nacional, também se encontram nas bermas os mesmos dizeres… e até nos deparámos com um camionista que não se fez rogado e encostou na berma… e é aqui mesmo e cá vai disto!)

Bom, mas voltando ao assunto, e para acabar o post, o restaurante é amplo e é novo, o que me leva a questionar se os outros quartos serão assim. A comida é óptima, e apesar de grande parte ter sido devorada por 500 idosos que cá estão a fazer-nos companhia, ainda sobrou para nós e para outro casal na casa dos 30. Devemos ser os únicos sub-65. Acabámos de jantar e fomos ao bar para beber café… fez-me lembrar um filme, o Cocoon, sabem qual é? São velhotes simpáticos, que a qualquer olhar ou movimento, disparam logo a meter conversa. :)

Para terminar (agora é que é) o apontamento de hoje vai para o seguinte: Em terras de Luso, a água do restaurante é a da Serra da Estrela e a que nos deixaram no quarto é a Glaciar! Provavelmente, pensaram… querem Luso? Vão à fonte!

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Os Contemporâneos Temporada 3 Episódio 3

Já sabem o que é, desta vez apenas num link.

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Um Mundo Catita

Para quem o conhece dos Ena Pá 2000, Irmãos Catita e como candidato à Presidência da República, deve saber que na RTP2 passou uma série intitulada “Um Mundo Catita”, onde Manuel João Vieira é a personagem principal. Só queria passar a dica de que os interessados podem agora ver todos os episódios aqui, uma vez que a RTP disponibilizou-os.

UM MUNDO CATITA é uma série de seis episódios inspirada no mundo e nas personagens inventadas por Manuel João Vieira, mas também nos grandes sucessos dos últimos anos da HBO americana.
Não é exagero dizer-se que nunca se fez nada assim em Portugal: ao contrário do que é habitual com os programas de humoristas, esta série não apresenta gags ou quadros sucessivos, mas, ao longo dos seus seis episódios, UM MUNDO CATITA conta uma história. A história de um cantor boémio e falido (protagonizado por Manuel João Vieira) que se apaixona pela sua bela dentista, que por sua vez está noiva de um jovem executivo bem sucedido. São as venturas e desventuras deste intrépido apaixonado que seguiremos ao longo dos episódios de UM MUNDO CATITA. Com um excelente nível de produção e bastante… picante, UM MUNDO CATITA explora um tipo de humor que se oferece a dois níveis de leitura – o burlesco e o non-sense.
A partir do personagem criado por Manuel João Vieira para o grupo Irmãos Catita, mas também inspirada nas lições colhidas de séries como "Seinfeld", “Oz”, “Os Sopranos”, “Sete Palmos”, “Deadwood” e “Curb Your Enthusiasm”, entre muitas outras, UM MUNDO CATITA é um caso inédito da ficção em Portugal.

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

The Punisher: War Zone

punisher-1

Já há algum tempo que não via um filme que me deixasse tão saciado, no que diz respeito àquilo que se espera e ao que nos é de facto dado a ver. Lembro-me dum filme de finais de 80 com o Dolph Lundgren, que na altura também me satisfez. Sempre gostei da imagem dum vigilante que actua sozinho e põe termo aos criminosos que saem impunes dos crimes cometidos. Por estas e outras quaiquer razões sempre gostei do Punisher, como personagem de banda desenhada. Não se trata de um super-herói com super-poderes, apenas um homem com uma sede de vingança e conhecimento militar, um verdadeiro killing machine, duro e crú.

Frank Castle era um instrutor de forças especiais dos EUA, que perdeu a familia inteira, assassinadas pela máfia após terem sido testemunhas de uma execução de um gang por parte deles. A partir daí, Frank jurou vingança! Os primeiros a provarem dessa jura foram os que encabeçaram o mandato de assassinato da sua familia.

No filme, quando Frank mata um agente do FBI que trabalhava à paisana (sem saber), pondera pendurar as botas, pois tal sede de vingança levou-o a cometer um crime grave e a deixar uma familia desamparada. Após saber que a filha e a esposa do agente correm perigo de vida, volta atrás na sua palavra e tudo faz para as salvar.

O filme tem violência à fartazana, como se quer num filme deste género. Gostei do cenário do Punisher, interpretado por Ray Stevenson, que também entrou no filme King Arthur, onde faz de Dagonet. A esposa do agente que é morto, é interpretada por Julie Benz, que faz de Rita na série Dexter, mas coitadita... a sua interpretação deixa muito a desejar. (não que interesse)

Punisher: War Zone é um filme brutal, com falas idiotas, mas é como se deseja que um filme destes seja. Aconselho-o a quem gosta de brutalidade, violência gratuita, ossos partidos, explosões, vilões e heróis!

7,5/10

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terça-feira, 12 de maio de 2009

Lista de Desejos #1

Ok… vou inciar a minha lista de desejos, e a primeira prende-se com o tal problema que me fez (quase) dar em doido, e agora só precisa de um pequeno ajuste. É mais uma mariquice, é o que é.

WL-330 Wireless Range Extender 300N

Trata-se do WL-330 Wireless Range Extender 300N, que apenas preciso para ficar com wifi draft-n pela casa toda.

(Lá por esta ser o nº 1 da lista, não é/será de todo a mais importante)

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Os Contemporâneos Temporada 3 Episódio 2

Fiquem também com o link para o segundo episódio, uma vez que já fui atrasado a colocar o post do primeiro episódio.

1ª parte

2ª parte

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Os Contemporâneos Temporada 3 Episódio 1

Nada de novo… é apenas o link para o primeiro episódio desta 3ª temporada dos Contemporâneos, que conta com o regresso do Chato.

1ª parte

2ª parte

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T4: Salvation

Outro trailer para o filme Terminator Salvation.

 

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Configurar “bridge” entre 2 routers wireless

Vou então terminar o post que comecei ontem, tentando ser o menos aborrecido possível.

Ok, vamos então tratar das configurações dos routers para que possam comunicar via wireless.

Router 1 (Sitecom Wl-575)

- Reset ao router, escolher a opção Status e a tab DHCP Server

configrouter1_1

- Mudar o ip do router (para por ex: 192.168.0.1)

- Activar o DHCP Server, e “dizer-lhe” para atribuir ip’s a partir do 192.168.0.3. (Isto porque o outro router terá o .2, serve para prevenir conflito de ip’s)

- Carregar no Apply

configrouter1_2

- Opção Wireless Settings, tab Enable e colocar esta opção activa

- Carregar no apply.

configrouter1_3

- Na tab Basic colocar no mode, WDS.

- A band tem os 3 drafts, só para efeitos de apresentação. Dependendo dos aparelhos que têm em casa, podem sempre escolher a opção de apenas B, apenas G ou apenas N, ou B+G ou B+G+N (que é o caso)

- Na ESSID, escrevam o nome pelo qual a vossa rede irá ser identificada.

- O channel, aconselho a usarem um canal que não seja padrão. O 6 e o 11 (pelo que li) são os mais aconselháveis.

- Em MAC address 1, coloquem o MAC address do router 2. (Na parte de baixo do router 2, devem encontrá-lo num autocolante)

- Carregar em Apply e ainda no mesmo écran, carregar em Set Security.

configrouter1_4

- Escolham a vossa opção de segurança. Eu uso a WPA-2 com passphrase.

- Carregar no Apply

O resto das configurações, são as da vossa rede wireless, aconselho a activarem a Wireless Access Control e incluir os MAC Address dos aparelhos que se vão ligar ao router para uma melhor segurança.

- Carregar no Apply e o router 1 está feito. Não se esqueçam que o Mac Address deste router vai ser necessário para configurar o segundo.

Router 2 (Sitecom WL-153)

- Reset ao router, escolher a opção Home e a tab LAN








- Mudar o ip do router para 192.168.0.2

- Desactivar o DHCP Server

- Carregar no Apply

- Opção Wireless Settings, tab Enable e colocar esta opção activa (igual ao router 1)

- Carregar no apply.

- Na tab Basic colocar no mode, AP Bridge-WDS.

- Este router apenas tem 2 drafts, a B e a G, portanto ficou a opção B+G.

- Na ESSID, escrevam o nome que escolheram para identificar a vossa rede.

- O channel, terá de ser o mesmo que escolheram para o router 1.

- Em MAC address 1, coloquem o MAC address do router 1. (Na parte de baixo do router 1, devem encontrá-lo num autocolante)

- Carregar em Apply e ainda no mesmo écran, carregar em Set Security.

- Configurem-na de acordo com o que fizeram para o router 1.

- Carregar no Apply, et voilá! Sinal a 100% na sala, e a ps3 ronda os 95%. Agora o que me falta para isto ficar 5* é trocar o router 2 por um de gama N, mas isso... são outros 500! ;)

Não se esqueçam de activar a opção de wireless access control, que é uma janela igual à do router1.

Outra coisa, antes de tudo isto... convém ligar ambos os routers por cabo, para os poderem configurar devidamente.

Acho que é tudo... demorou, mas tá feito. Espero sinceramente ajudar outros que tenham encontrado o mesmo problema que eu, e que se houver alguma coisa onde possa ajudar, alguma falha minha neste "como fazer" não hesitem em deixar aqui algum comentário.

- BL

Dor de cabeça com a rede wifi cá de casa

Neste fim de semana, parti a cabeça a tentar arranjar solução para que a rede wireless cá de casa fique como eu quero.

Este post vai ser longo,por isso, bear with me.

[UPDATE – Este post vai ser dividido, pois de momento não tenho tempo para continuar]

Cá por casa tenho 4 máquinas, 2 desktop’s, 1 portátil e um netbook e ainda tenho a ps3. Destes 5 aparelhos, apenas 3 usam a rede sem fios, e o problema que eu arranjei (desde que me meti a fazer mudanças cá em casa) foi o facto de meter os portáteis e a ps3 na sala de cá de baixo tendo deixado o router (Sitecom WL-153 Mimo-XR) no escritório, na parte de cima, o que fez com que o sinal perdesse muita força. Na ponta da sala, junto às escadas, tinha 30%, com sorte!

Bem, agarrei na dica dum colega meu e fui ao site freeantennas, e meti-me a fazer o EZ-12 Parabolic Reflector, que segundo o site, iria aumentar o sinal em cerca de 9dBi’s. Na verdade, o ganho n foi assim tanto, mas já conseguia mexer-me na net. O pior passava-se com a ps3, onde não conseguia usar o media server. Ainda pensei que fosse do media server que estava a usar, mas depois mudei para o ps3 media server, tal como já vos disse aqui.

Há duas semanas, encontrei um rapaz na media markt que me alertou para o facto de eu ter um router que apenas funcionava na rede b e g, e que já existia no mercado routers com a rede n, que aumentava de 54 para 300 MBS, e o sinal emitido seria mais forte, o que me puderia resolver o problema. Convencido de que iria funcionar, adquiri um router da SMC (o Barricade).

Chegado a casa, fui a correr experimentar a coisa, mas… o ganho não existia, estava tudo na mesma. Sendo assim, pensei em ligar o outro router com este, trazendo um cá para baixo apenas para servir de extensor. Após muitos googlanços encontrei uma página (que infelizmente perdi o link) onde um professor universitário dos EUA dizia que era impossível ligar dois routers em modo wireless, e que demonstrava-o com alguns diagramas e esquemas.

Acreditando no sr. professor, restou-me ligar os routers por cabo e puxar um deles para as escadas, e assim consegui uma melhor captação cá em baixo, mas não o suficiente para a ps3 conseguir ser bem sucedida. Ainda andei uma semana assim… mas sempre a estudar o assunto porque continuava a pensar que seria possível ligar os routers por wireless.

Ontem, vislumbrei uma solução… através de mais uns googlanços, e através deste post no forum da ZWAME. Agarrei no Sitecom e comecei a configurá-lo de acordo com o que estava no post. A tal opção WDS existia no Sitecom mas no SMCnicles batatóides! Acabei por concluir que tinha comprado o router errado, quando o que queria era um da Sitecom.

Hoje de manhã, lembrei-me de pesquisar na net quais os routers draft-n da Sitecom que tinham WDS. Encontrei este showproductimage.phpe lembrei-me que tinha estado com ele na mão, e não sei porque raio é que trouxe o outro… depois lembrei-me que a razão eram 50€.

Dirigi-me à media markt, para fazer a devolução e qual foi a minha surpresa quando vi que este router estava 30€ mais barato! É claro que agarrei nele e vim para casa desejoso de o configurar e ver se finalmente conseguia arranjar a solução para este drama.

Hoje não vou conseguir, mas prometo colocar mais um post com as configurações de ambos os routers. Pode ser que assim ajude outros com os mesmos problemas.

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Mourinho em grande

Ora aí está Mourinho, a falar fluentemente … bom Português, pois claro! :)

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Playing For Change

Encontrei num blog (já não me recordo qual) um link para o último episódio do Playing For Change. Curioso, fui ver o que era e deparei-me com isto:

Playing for Change is a multimedia movement created to inspire, connect, and bring peace to the world through music.

Vão lá dar uma olhadela e oiçam as músicas. Algumas delas estão muito bem conseguidas.

 

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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Cinco mil!

Tenho andado tão distraído, e até um pouco ausente do blogue que acabei por nem reparar que ultrapassei os 5000 visitantes a este humilde espaço que é um pouco meu e todo vosso.

Ficam os agradecimentos a todos os que aqui passaram, passam e que continuem a marcar a vossa presença! ;)

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The Hunt For Gollum

Adaptado de apêndices do livro The Lord Of The Rings, escrito por J.R.R. Tolkien, a Independent Online Cinema, realizou um filme que continua a história de Aragorn (herdeiro de Isildur) na procura por Gollum. A criatura tem que ser encontrada para se descobrir a verdade acerca do Anel, e para proteger o futuro de quem o use.

10

Trata-se de um filme de cerca de 40mins com actores reais, passado no Reino Unido que custou cerca de 3000£ (+-3400€), realizado por Chris Bouchard. Apenas pode ser visualizado online em www.thehuntforgollum.com. No site encontram mais informação sobre o filme, actores, equipa, banda sonora e podem fazer o download de wallpapers, banners, etc.

É impressionante o que hoje em dia se vê na Internet, e o que uma comunidade de fãs consegue realizar. Aliás, eles próprios afirmam que é um filme feito por fãs para fãs.

Ainda não o vi, só dei uma vista de olhos pelos trailers, mas definitivamente é algo que me deixou água na boca, pelo que brevemente vou-me deliciar a vê-lo.

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

O sr. Desenho Animado

Estava eu a fazer o jantar quando oiço no telejornal a notícia de que Vasco Granja tinha falecido. A notícia deixou-me triste, e levou-me à minha infância e a rever-me em casa dos meus avós, em frente do televisor, sem arredar pé, à espera do início do seu programa que tanto me deliciava. Ao princípio ficava desesperado com aqueles desenhos animados polacos e checos e sabe-se lá mais o quê, pois o que eu queria era ver a pantera cor-de-rosa da Metro-Goldwyn-Mayer ou qualquer coisa da Walt Disney ou Warner Bros. Após alguns programas, já preferia aqueles desenhos animados esquisitos, com formas estranhas, onde a música tinha um papel fundamental.

Gostava de o ter cumprimentado para lhe agradecer o facto de me ter mostrado outras culturas, outros horizontes… infelizmente, não tive essa oportunidade mas teria a certeza que me iria cumprimentar com um “Olá amigo”.

Vasco_Granja_na_Exponor

Um grande bem haja, amigo Vasco.

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domingo, 3 de maio de 2009

Feliz Dia, Mães!

Antes que o dia acabe, queria só desejar um resto (curtinho, eu sei) de um dia feliz para vós!

dia_da_mae

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1 mês

Pois é, já passou um mês desde o nascimento do A. e o que se nota de diferente? Nada… a não ser a quantidade de leite que ingere! Coitada da Mãe… n faz mais nada senão dar-te de mamar Felizmente, e para conforto da tua Mãe, tens estado a aumentar de peso, já vais com mais de 4 kg’s!

Se há coisa que gostas de fazer é de tomar um belo banhoco, nota-se logo pela tua expressão. Agora até já pode ser na tua banheira, que é muito mais engraçado porque podes dar ao pézinho e sentires-te dentro de água, à séria… acabou-se aquela coisa do banho à gato. :)

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