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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Não compres um Mac

whynottobuyamacA imagem que aqui se encontra (cliquem nela para a verem num formato mais conveniente) surgiu após uma conversa com dois colegas meus que estavam/estão a pensar comprar um Mac. Após alguma discussão, pareceu-me que as razões principais que tinham eram as seguintes:

. Não crasha;

. Qualidade de edição imagem;

. Design

Na verdade, a única à qual tenho que dar a mão à palmatória é o facto do sistema não crashar. Na edição de imagem, o Mac também é forte, mas existem outras soluções. No que respeita ao design… não foi coisa que alguma vez me tivesse levado a pagar o dobro por um tipo de artigo semelhante.

De momento, uso o Windows 7 no trabalho e o Ubuntu 10.10 em casa. A razão do Ubuntu é facilmente explicável… é grátis! Antigamente, havia muito mais questões de usabilidade do linux, ainda me recordo da primeira interacção com uma máquina com um linux instalado em que tudo se fazia a partir duma “shell”. Longe vai o tempo em que isto acontecia, pois hoje, não há muita coisa que falte ao linux, a não ser talvez um outro tipo de ferramentas de “office”, pois aí a Micro$oft é muito forte.

Bom, vejam e tirem as vossas conclusões. Eu não tenho dúvidas que o meu próximo pc será um… pc com linux. Parece-me que há muito boa gente a comprar um Mac só por ser bonito ou porque está na moda…

- BL

terça-feira, 12 de outubro de 2010

MovieReshape

Isto começa a deixar de ter a sua piada… após ver este vídeo, pensei onde é que estará o limite? Há coisas que evoluem positivamente, a adição do som quando só existiam filmes mudos, as cores quando só havia o preto e branco, o som digital, até aqui tudo bem, mas depois, veio o photoshop, a seguir vem o 3D e agora isto! Na minha humilde opinião, isto não faz falta a quem gosta de ver um bom filme. Enfim… onde é que isto irá parar?

- BL

quarta-feira, 12 de maio de 2010

A importância das coisas

Ontem, o Papa Bento XVI recebeu ofertas de três clubes lisboetas, Belenenenses, Sporting e Benfica. Sei que o Benfica ofereceu uma camisola do clube e uma águia em “metal”, o Sporting também ofereceu uma camisola e o Belenenses nem sei o que ofereceu, e isto porquê? Porque não é importante.

O importante é dizer o que o benfica ofereceu, falar com dois benfiquistas ali presentes, Nuno Gomes e Rui Costa (que estavam com uma voz de quem sai duma festança rija e cheia de beberete, apropriada para a ocasião) filmar o Papa a receber a camisola, dizer que o pessoal fartou-se de bater palmas, mostrar a águia e ainda mostrar os 22 miúdos de equipas do benfica que ali foram ter com o Papa.

Do Sporting? Nada

Do Belenenses? Nada

Eu continuo a não perceber e a criticar fortemente esta comunicação social da tanga que temos no nosso Portugal. As minhas cores clubísticas não são de nenhum destes grandes clubes. Já fui sócio do Belenenses e confesso adepto, mas as ocorrências após um jogo Belenenses-Boavista fizeram-me rasgar o cartão sem olhar para trás.

Estou-me a desviar do assunto, eu sei, mas que me apetece esmurrar estes artistas que dão demasiado tempo de antena a um clube e esquecem-se que existem muitos mais no nosso País, apetece e muito! É verdade que não é de agora, já vem de há muito tempo. Eu lembro-me bem de quando o FC Porto ganhou ao Panathinaikos (na Grécia) por 2-0 e passou às meias-finais da Taça Uefa, que acabou por vencê-la em 2003, o assunto do dia era a unha encravada dum jogador do benfica. Para o FC Porto foi reservado um cantinho com o Derlei a festejar o golo que havia marcado.

Quando o jornal “O jogo” apareceu, todos se queixaram que era um jornal Portista e etc, mas na realidade não o era, só que como não dava a mesma importância ao clube da Luz, tanto massacraram que hoje em dia é igual a todos os outros.

Não há volta a dar… as coisas são como são! É triste? É! Puderiam mudar? Podiam, mas arriscavam-se a nem vender metade dos jornais, e como tudo anda à volta do mesmo, lá se vai fazer jornalismo deprimente e sem sentido de justiça!

- BL

terça-feira, 11 de maio de 2010

Yip Man

Por erro meu, ainda não vos tinha falado deste filme, mas o que me levou a vir aqui foi vir falar da sua sequela que vi ontem à noite. Yip Man foi um mestre do estilo Wing Chu de Kung Fu, e o primeiro filme mostra-nos uma china pre-II Guerra Mundial, onde o mestre já havia aprendido dois estilos de Kung Fu e recusava-se a ter alunos, apesar das variadas insistências por parte da população da sua terra natal. Após a invasão do Japão, ele perde toda a sua riqueza e juntamente com a sua esposa e o seu filho, passam por muitas dificuldades. A dada altura informam-no que se se mostrasse disponível para enfrentar alguns japoneses e vencesse, podia levar um saco de arroz para casa. Assim fez, e ao vencer 10 cinturões negros, despertou a curiosidade do responsável do exército japonês da sua região. Foi convidado pelo próprio a participar numa luta contra ele, a qual aceitou. O súbdito desse responsável ameaçou-o de morte, caso vencesse a batalha, e a maior luta que ele enfrenta é a de honrar a sua nação ou desistir e sobreviver, deixando os louros para o japonês.



Em Yip-Man 2, (e já vos estou a contar mais do que devia), o mestre foge para Hong-Kong com a sua família, procurando uma melhor vida para todos, mas o legado da Guerra ainda é visível e apesar da entreajuda de alguns amigos, não consegue arranjar discípulos para a sua academia. Aos poucos, começa a ganhar alguma reputação, mas as regras das outras academias obrigam-no a fechar portas e a procurar outros sítios para ensinar Wing Chu aos seus díscipulos. Tendo ganho alguma fama, é procurado pelo líder e responsável por todas as academias para assistir a um torneio/demonstração entre eles e um campeão de boxe ocidental, mas as coisas não correm bem e a falta de sentido de honra por parte desse campeão, obrigam a que Yip Man se reveja novamente no papel de defender a honra do seu país.



Eu sei que sou suspeito, porque gosto muito de filmes asiáticos, mas o sentido de honra deles é estrondoso e é algo que me prende a atenção e o respeito. Apesar do filme fugir à realidade em algumas coisas, até para dar alguma vivacidade e acção ao filme, creio que o primeiro filme é interessante, quanto ao segundo... podia ser mais rico, com mais conteúdo, mas eu gostei de o ver. Enquanto que no primeiro daria 7/10, no segundo só posso dar 5,5/10.

Na vida real, Yip Man foi o mestre de Bruce Lee.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

In Bruges

Já andava com alguma curiosidade para ver este filme, pois um amigo meu tinha-me falado nele e com uma crítica bastante positiva.

In Bruges conta a história de uma assassino amador (Ray - protagonizado por Colin Farrell)que tem um azar no seu primeiro trabalho e acaba por matar um miúdo acidentalmente. Tanto ele como o seu parceiro (Ken – protagonizado por Brendan Gleeson), um pouco mais velho e experiente nestas andanças, para fugirem à perseguição, são enviados para Bruges, pelo seu chefe (Harry Waters – protagonizado por Ralph Fiennes). São aconselhados a não darem nas vistas e mais tarde receberão novas instruções.

O problema é que Ray, não suporta a ideia de ter ido ali parar e não é menino para ficar quieto. Apesar do seu parceiro tentar pôr água na fervura e aparar-lhe os golpes, o rapaz continua a arriscar quebrar as ordens do seu chefe, e numa das suas saídas nocturnas conhece e apaixona-se por uma rapariga belga, cujo “trabalho” é assaltar turistas e vender droga a equipas de filmagem. Ao mesmo tempo, Ray sofre imensos remorsos por ter morto um miúdo, no seu primeiro trabalho.

O filme tem diálogos muito engraçados, verdadeiramente cómicos, o que para mim é de valorizar pois hoje em dia, poucos são os filmes que me provocam o riso. As personagens estão muito bem conseguidas, e o sotaque irlandês de Ray está bem interpretado por Colin Farrell.

Vejam, porque é mesmo um filme porreiro.

(8/10)

- BL

segunda-feira, 5 de abril de 2010

82nd Oscars

[work in progress]

Ainda não tinha mencionado nada acerca da edição dos Óscares deste ano. Gostava de fazer um post completo sobre o assunto, se assim fosse, nunca mais o escreviria, a não ser a tempo da próxima edição quando já não interessa patavina o que para aqui vou escrever.

Bom, vou-me remeter a apenas uma secção que é a de melhor filme. Desta vez, foram 10 os nomeados, e irei apenas falar dos que vi até aqui. Vou tentar ir actualizando, conforme as minhas possibilidades.

Sendo assim, os que vi até agora foram (e por ordem):

  • The Hurt Locker – Trata-se do vencedor do melhor filme, mas após tê-lo visto, começo a questionar a academia que outrora enviava às urtigas qualquer filme onde fosse mencionada a palavra guerra, quanto mais, o facto dela própria coexistir durante o mesmo. Este filme passa-se no Iraque, durante a ocupação norte-americana e da sua tentativa de restabelecimento de ordem. Acompanhamos uma equipa de desactivação de bombas, em que o seu líder é uma espécie de cowboy que nada teme, e só quer sentir o cheiro e o sabor a adrenalina, debaixo da bandeira dos EUA. Sinceramente, não achei que merecesse a estatueta. Apesar de ser o filme com menor orçamento que pudesse justificar alguma pobreza de conteúdo, acho que não justifica o suficiente para vencer. De qualquer forma, é um bom filme, just not good enough, NMMO (Na Minha Modesta Opinião). Uma citação: “Just cut the damn wire”

  • Up – Filme de desenhos animados que (justamente) foi nomeado para melhor filme e apesar de não o têr ganho, ganhou o Óscar de melhor filme animado. A história é muito bonita, e a relação entre o sr. Fredricksen e a sua esposa é de uma ternura enorme. Russel, o escuteiro que o irá acompanhar na sua aventura, vem de alguma forma preencher uma lacuna que o dito sr. necessitava, sem o saber. Uma citação: “Squirl!”

  • Inglorious Basterds – Até agora, o filme que mais gostei! Não é por ser fã do Quentin Tarentino, mas acho que foi injusto não ter ganho este prémio. Estou a ver que a academia já o tem de ponta, e portanto, faça o que ele fizer, dali não leva nada. O filme retrata um pelotão de soldados aliados que só têm uma função: matar nazis. Seja à bastonada ou à lei da bala, a regra é simples, “Kill’em All”. Christoff Waltz ainda chegou a vencer na categoria de melhor actor secundário, pela sua brilhante actuação. Uma citação: “Every German we meet wearing a Nazi uniform... they're gonna die.”

  • A Serious Man – Até agora, foi o filme mais entediante de entre os que consegui ver. Espera mais dos irmãos Coen, depois de filmes tão interessantes como Burn After Reading e No Country For Old Men (que até venceu 4 óscares), mas infelizmente, este saiu-lhes furado. É-nos contada a história de um homem que vive azares atrás de azares, é a mulher que se quer divorciar, é o filho que se mete na droga, é a tentativa de suborno que coloca em causa o seu emprego, enfim... tudo lhe acontece, e quando procura respostas a estes eventos, acaba por não achar quem o possa ajudar. Uma citação: "I'm a serious man, Larry."

  • An Education - O filme romântico já cá faltava, mas aqui está ele. Uma estudante à beira de ingressar na faculdade, apaixona-se por um homem mais velho, que lhe dá a oportunidade de ver a vida de outro prisma, mais boémio, onde ela se revê e adora. O pai persegue-a para que acabe os seus estudos e ingresse em Oxford, desejando-o ardentemente, mas o rapaz convence os pais que as suas intenções para com a filha são boas e o namoro... floresce. É um filme que se vê bem, e dentro do género, posso dizer que gostei. Citação: "I don't want to lose my virginity to a piece of fruit."

  • The Blind Side - Este enquadra-se no género "baseadonumahistóriaverídica". e a Sandra Bullock ganhou o óscar de melhor actriz com o seu desempenho de "Mãe" de um rapaz proveniente de um gueto nos arredores da sua cidade, um sem-abrigo que tinha um grande talento para jogar futebol americano, e que teve a sorte de ser acolhido pela família de Sandra. Michael Oher, de seu nome, veio mais tarde a ser nomeado um "All American football player". Eu gostei, e acho que é um filme a ver. Citação:" You can thank me later. [...] It's later."

  • District 9 - O filme de ficção científica! Já há muito tempo que não me deliciava com um bom filme de sci-fi. Sempre foram dos meus predilectos, apesar de não pertencer ao grupo dos que veneram George Lucas e os seus 6 filmes da Guerra das Estrelas, aliás... são filmes que me passam (quase) ao lado. Bom, mas voltando ao assunto, District 9 é o nome dado a um sector de Joanesburgo que se tornou local de acolhimento para uma colónia de extra-terrestres. Extra-terrestres esses, que são semelhantes a grilos de forma quase humana, mas que se reproduzem como coelhos. O filme é-nos apresentado na forma de um documentário, e seguimos a tentativa de colocação dos et's num novo local, longe da cidade, onde o ambiente estava a ferver devido à invasão destes seres. Através do chefe da missão, Wikus Van de Merwe, vamos observando o desenrolar da acção de despejo, até este sofrer um incidente e ficar exposto à biotecnologia dos "grilos". Eu gostei muito do filme, mas acho que para quem não esteja muito afim de um filme de ficção científica, possa ser um pouco entediante... Citação:"Get your fokkin' tentacle out of my face!"

  • Up In The Air - George Clooney é um loner que passa a vida no... ar! :D Tem como emprego, o de despedir pessoas por empresas, cujos responsáveis, não têm coragem de o fazer e então, acabam por pagar a empresas dedicadas a este serviço. Ao passar tanto tempo no "ar" acabar por se adaptar a uma vida sem compromissos, a não ser ao de uma mala de viagem. Ao contratar uma jovem saída da faculdade, a empresa aposta nas suas ideias e acaba por fazer a única coisa que não lhe podiam fazer... colocá-lo em terra, o que faz com que ele comece a olhar para a vida de uma forma que até ali lhe era perfeitamente descabida. Citação: "Anybody who ever built an empire, or changed the world, sat where you are now. And it's *because* they sat there that they were able to do it."

Ainda me falta ver:

  • Avatar
  • Precious

terça-feira, 30 de março de 2010

The Pacific

The Pacific, Heroes of the Guadalcanal é a nova mini-série da HBO, que nos conta a história de três fuzileiros norte-americanos (Robert Leckie, John Basilone e Eugene Sledge) que fizeram parte do ataque dos EUA aos japoneses que tentavam controlar o Pacífico (até ali os EUA ainda não tinham decidido entrar na II Grande Guerra, apenas se estavam a vingar do ataque a Pearl Harbor). A série está dividida em 10 episódios, e é a “irmã” de outra série da HBO, chamada Bands Of Brothers, que na minha opinião, foi a melhor série que já vi sobre a II Guerra Mundial.

Os produtores são os mesmos, Tom Hanks e Steven Spielberg, e portanto a qualidade que se exige é … máxima!

Comecei a vê-la no AXN, que felizmente, deitou as mãos a isto, mal estreou nos EUA. Por cá, podem vê-la todas as terças-feiras às 23:20, um novo episódio e noutros dias em repetição.

Até agora, estou a achá-la ao mesmo nível que a sua “irmã”, e acho que para quem gosta do tema, é imperdível. Ainda só vai para o terceiro episódio, portanto ainda estão a tempo de apanhar o ritmo! ;)

- BL

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Curse Of The Golden Flower

No domingo passado apeteceu-me ver um filme, e como sou um grande apreciador de filmes épicos, fui escolher um do realizador chinês Zhang Yimou (o mesmo de “Hero” e “The House Of Flying Daggers”) “Curse of The Golden Flower”. A acção decorre durante o final da dinastia Tang no século X.
Na véspera de um acontecimento festivo, o Festival do Crisântemo, o imperador regressa dos campos de batalha, e com ele traz o seu segundo filho (1º filho da imperatriz). O seu objectivo era o de juntar a família durante a comemoração do evento, mas… à medida que o filme evolui começamos a perceber que o reencontro familiar levanta sérias disputas e negros segredos.

O filho mais velho ,e portanto o herdeiro, teve uma relação amorosa com a sua madrasta, e esta observa com ciúmes a relação entre ele e a filha do médico imperial. O segundo filho, que retorna das batalhas na fronteira, está na calha para ser a escolha do imperador para seu próximo herdeiro, mas depara-se com uma mãe doente, obcecada em bordar flores douradas e obrigada a ingerir um remédio por ordem do seu marido, que por trás planeia, com o seu médico, contra a sua esposa. Ainda existe um terceiro filho que parece estar àquem de tudo o que se passa.

Entretanto, ainda entra em campo mais uma personagem, da qual não vou falar para não vos estragar o filme.

O filme é cheio de côr, extremamente vívido. O realizador deixa-nos percorrer e aperceber-mo-nos dos meandros de um palácio imperial. A quantidade de figurantes tanto nas cenas do dia-a-dia dentro do palácio, como nas batalhas é impressionante! Apesar da história ser negra, e em algumas questões ser um pouco previsível, eu gostei muito do filme. É claro que a trama podia ser mais aprofundada, mas aceito tal como está.


7,5/10

- BL

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Coitadinhos dos crocodilos

Parece que acabou há pouco a manifestação mais ridícula do ano, sobretudo, no que respeita à forma de manifestação. Isto fez-me lembrar uma anedota (que agora n interessa nada), mas enfim... é o que temos. Estes crocodilos devem pensar que por cada download ilegal que é cometido, perdem uma venda. Ainda vêm com a treta dos video-clubes que fecharam e o desemprego que é consequência do acto desmesurado dos ranhosos dos piratas que passam a vida a descarregar videos, música, filmes, etc, etc, do espaço cibernauta.

Ora bem, da minha parte só vos tenho a dizer umas coisitas.

1º - Já não compro material vosso há muuuuitooo tempo. Para isso, basta-me ir lá fora (pela net ou aproveitando as minhas viagens) para poupar um porradão de €'s e ainda ficar-me a rir quando olho para a brutalidade do preço exagerado que cobram nos mesmos produtos. Sejam dvd's, sejam jogos para a PS3, sejam CD's, e até livros.

2º - Eu uso alguns sites, não para fazer download, mas para me aperceber online da música de determinado grupo, ou de alguns fimes, sejam eles trailers, ou samples, ou whatever. É por causa disso, que além de descobrir coisas novas e que graças a isso, acabo por comprar produtos deles, também me possibilita não comprar coisas que apesar de todo o fanatismo publicitário, acabo por verificar que não vale a ponta de um corno!

3º - Comprar produtos a um avultado preço, para depois vê-los mais tarde a encher palettes dos mesmo produtos a meio tostão, leva-me a pensar no custo de produção que vocês têm.

4º - O facto de toda esta manipulação que vocês tentam (com insucesso) realizar contra a comunidade em geral, é uma violação da privacidade da mesma, e considero ser um insulto se por acaso venha a concretizar-se!

Portanto, meus senhores, vão bugiar!

- BL

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Casa Henrique Sommer, o eterno adiamento

A Casa Henrique Sommer, situada junto ao largo da Igreja Matriz, no centro histórico da vila de Cascais, após algumas conturbações, foi adquirida pela Câmara Municipal de Cascais a 17 de Junho de 2005, conforme notificado pela mesma. Supostamente, seria utilizada como Arquivo Histórico Municipal. O projecto foi realizado e encontra-se online para quem quiser ver. Até aqui, tudo bem.

casaHSommer

Sempre gostei desta casa, acho que se trata dum imóvel de referência, e em sonhos julguei que um dia (quiçá) conseguiria adquiri-lo e restaurar-lhe o merecido brilho que a CMC diz que irá iria dar com obras de restauração que iniciavam em Outubro de 2006…

Chegando Outubro de 2006, nada foi feito… nada não, foi feita uma tableta enorme toda pipi e tal, como mandam as regras, só que a data de ínicio de obras foi remetida para Outubro de 2008.

Em Outubro de 2008… mais uma vez, nada foi feito a não ser substituir o “8” por um “9” e assim remeter o ínicio de obras para Outubro de 2009, pois claro. Sendo ano de eleições e tal, convinha manter os eleitores debaixo da ilusão que as obras iriam ser mesmo feitas.

Ora, estamos agora no final de 2009 e o que é que aconteceu? Bom… basicamente, taparam a data de íncio de obra com uma fita negra, côr que expressa bem o trato que têm dado ao imóvel.

- BL

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Pearl Jam – Backspacer

Ainda aqui não falei do último álbum dos Pearl Jam, Backspacer. É imperdoável para quem se considera um fã, mas tem-me escapado pois ando demasiado ocupado a ouvi-lo. :)

Cheguei a ouvi-lo 3 a 4x seguidas no mesmo dia, continuando depois com o último álbum dos Muse, do qual falarei mais à frente.

Ok, quanto a este álbum, superou as minhas expectativas, pois é daqueles que são mesmo muito bons. Tem tudo o que um fã de Pearl Jam gosta, e é daqueles que se deve ouvir várias vezes para nos entranharmos bem nos meandros das letras e nas suas melodias.

Houve um ou dois álbuns de Pearl Jam, que na minha opinião, ficaram um pouco aquém do esperado, mas este vem apagar tudo isso.

Como sempre, já o comprei através da cdwow por menos de 8€ já com portes incluídos. Aproveitei uma promoçãozeca e saiu-me baratinho. Claro, se o quiserem comprar cá, só têm que pagar +-17€ e agradecer…

Para quem gosta e até para quem nunca ouviu Pearl Jam, é de considerar, pelo menos, ouvi-lo. (e depois, comprá-lo)

- BL

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

E o feitiço…

vira-se contra o feiticeiro.

Lembram-se de eu ter falado acerca das rádios num post anterior? Também se devem lembrar da saída do Markl para a Comercial, certo? Pois bem, a resposta da Antena3 foi só esta:

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"Eu, Bruno Aleixo, vou ter uma rubrica nas manhãs da RDP Antena 3. A rubrica, que vai ser gravada donde eu quiser, consiste em conversas minhas com outras pessoas, sobre assuntos da imprensa, sociedade, etc. Essas conversas são de interesse público e todos os cidadãos que falam português, como primeira ou segunda língua, deviam ouvir quando estão no carro ou em casa, a vestir-se. Começa no dia 2 de Dezembro, quarta-feira, e terá duas edições diferentes, uma às 8:20 e às 9:20. Todos os dias úteis. Aos fins-de-semana e feriados não dá que eu não tenho vagar."
Bruno Aleixo

Ora aí está! (e mais não digo)

- BL

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sobre as rádios

radio-broadcast-large Não é de rádio-objecto, mas sim de rádio para ouvir. Já andava há muito tempo para escrever este post. A rádio sempre me acompanhou ao longo da vida, seja para acordar, seja para tomar o pequeno-almoço, seja para ouvir a caminho do trabalho, no local de trabalho, no caminho para casa, em passeios… and so on, and so on.

Rádio Cidade, Marginal, Comercial, MegaFm, BestRock (devo estar a esquecer-me de algumas) todas elas passaram pelos meus ouvidos, em épocas totalmente diferentes do que são hoje. A Cidade é a banhada que nós sabemos, a Marginal continua igual a si própria (diferente) apesar de no antigamente ser muito mais virada para o rock alternativo. Foi a única rádio onde ganhei prémios, cd’s dos Bush e R.E.M. e uma magnífica t-shirt que me permitiu entrar à pála no Coconuts, onde todas as quintas-feiras havia uma pista totalmente dedicada ao rock! Foi dos Verões mais espectaculares da minha (ainda breve) existência. Ainda por cima, ia muitíssimo bem acompanhado… :D

Já me estou a desviar do assunto. Continuando, da Comercial ouvi-a muito. Malato, Nuno Markl, Ana Lamy, Pedro Ribeiro, Vanda Miranda e mais recentemente Vasco Palmeirim que veio da MegaFm onde o ouvia assim como à Sónia Santos, ao Nuno Teixeira e onde fiquei a conhecer o Pedro Tochas (a Sónia que infelizmente desapareceu da rádio). A BestRock foi apenas uma fase enquanto alguém desfez a Comercial.

Neste momento… dei por mim a detestar por completo a Rádio Comercial pois tornou-se demasiadamente… comercial. Não há Pedro Ribeiro, Vanda Miranda ou Vasco Palmeirim que a salvem… desisti de os ouvir de há uns bons meses para cá.

Comecei então a ouvir a Antena3. Apesar de ser uma rádio feita por pessoal que… enfim, tem um bocado a mania e às vezes são um bocado excessivos nos comentários, mas … I can take it. Ainda por cima têm tinham o Markl e sempre deu para ouvir alguns programas feitos por ele. Infelizmente, no início deste mês, ele saiu para a… comercial. Desta feita, não fui atrás de ninguém. Não posso com “comercialidades”, sou alérgico a esse condicionamento. Todos os dias, as mesmas piadas, os mesmos sons, as mesmas músicas… e o que fez a água transbordar foi a certa altura terem afirmado que os U2 são a melhor banda rock do Mundo. Sinceramente… não acho que possam ser considerados uma banda rock, pois esse já foi abandonado há muito, e mesmo que fossem… para serem os melhores do Mundo tinham que comer muito Cérelac. Não estou a dizer que eles são maus, nada disso. Considero-os uma das maiores bandas Mundiais, mas tais como eles, estão outros 500… Não considero ser possível, classificar uma banda como “A Melhor do Mundo”.

antena-3_copy2

Posto isto, e o “post” já vai longo, só queria dizer que agora oiço a Antena3 e tenho descoberto coisas interessantes. Uma foi o The Legendary TigerMan, do qual já falei aqui.

- BL

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Não ver, não ver e... não ver

Já ando para escrever esta minha opinião sobre 3 filmes, mas realmente, tenho andado preguiçoso em actualizar o meu cantinho da rede. Bom, aqui há umas semanas deu-me para ver uns filmezitos, mas não puderia ter feito piores escolhas.

Crank 2: High Voltage, Fighting e Dragonquest foram os (mal) escolhidos. Ainda vi os dois primeiros até ao fim, para mal dos meus pecados. O terceiro foi ver 5 minutos daquilo e... desliguei! Só à terceira é que se fez luz na minha cabecinha.

crank-high-voltage-20090211094508425_640w Enfim, o que dizer dos outros dois? Bom, o primeiro chamou-me a atenção porque já tinha visto o primeiro e gosto do actor principal o Jason Statham, que já sigo desde o Lock, Stock and Two Smoking Barrels (esse sim, um grande filme!). O filme é uma palhaçada do principio ao fim, e o fim... não tem ponta por onde se lhe pegue e pior, adivinha-se que vai ter continuação. Há quem diga que se trata dum grindhouse movie e que portanto tem toda a legitimidade para ser como é, uma bela merd@.


fighting-poster Ok, acerca do Fighting, rapaz novo na cidade, bem constituído, precisa de dinheiro, mete-se em lutas, boy-meets-girl, mais um bocado de lutas, ganha dinheiro ao vencer o seu arqui-inimigo e fica com a rapariga, tá feito. Podia ser engraçado, não fosse a má qualidade dos actores e das próprias lutas, porque de resto, quem não gosta de ver um filme de porrada onde o herói bate tudo e todos e ainda fica com a rapariga? (e com dinheiro?).


dragonquest_large Do terceiro... péssima, mas péssima qualidade dos actores, efeitos do mais ranhoso que vi nos últimos anos e uma história em tudo semelhante ao senhor dos anéis, só que como não devem ter tido dinheiro para grandes efeitos visuais e maquilhagem, só existem humanos e os efeitos à volta do dragão são do pior que já vi em cinema.




Portanto... definitivamente a não ver!"

- BL

quarta-feira, 13 de maio de 2009

The Punisher: War Zone

punisher-1

Já há algum tempo que não via um filme que me deixasse tão saciado, no que diz respeito àquilo que se espera e ao que nos é de facto dado a ver. Lembro-me dum filme de finais de 80 com o Dolph Lundgren, que na altura também me satisfez. Sempre gostei da imagem dum vigilante que actua sozinho e põe termo aos criminosos que saem impunes dos crimes cometidos. Por estas e outras quaiquer razões sempre gostei do Punisher, como personagem de banda desenhada. Não se trata de um super-herói com super-poderes, apenas um homem com uma sede de vingança e conhecimento militar, um verdadeiro killing machine, duro e crú.

Frank Castle era um instrutor de forças especiais dos EUA, que perdeu a familia inteira, assassinadas pela máfia após terem sido testemunhas de uma execução de um gang por parte deles. A partir daí, Frank jurou vingança! Os primeiros a provarem dessa jura foram os que encabeçaram o mandato de assassinato da sua familia.

No filme, quando Frank mata um agente do FBI que trabalhava à paisana (sem saber), pondera pendurar as botas, pois tal sede de vingança levou-o a cometer um crime grave e a deixar uma familia desamparada. Após saber que a filha e a esposa do agente correm perigo de vida, volta atrás na sua palavra e tudo faz para as salvar.

O filme tem violência à fartazana, como se quer num filme deste género. Gostei do cenário do Punisher, interpretado por Ray Stevenson, que também entrou no filme King Arthur, onde faz de Dagonet. A esposa do agente que é morto, é interpretada por Julie Benz, que faz de Rita na série Dexter, mas coitadita... a sua interpretação deixa muito a desejar. (não que interesse)

Punisher: War Zone é um filme brutal, com falas idiotas, mas é como se deseja que um filme destes seja. Aconselho-o a quem gosta de brutalidade, violência gratuita, ossos partidos, explosões, vilões e heróis!

7,5/10

- BL

sexta-feira, 27 de março de 2009

Manifestação de agricultures

Ontem, na vinda da consulta, lembrei-me da concentração que havia no Parque Eduardo Sétimo e pensei cá para comigo:

“Engraçado, pensava que os agricultores se manifestavam nos seus carros de trabalho, mas afinal vieram de tractores, ceifeiras e outras máquinas. Onde é que terão deixado estacionados os jeeps, bm’s e mercedes que todos ajudámos a pagar?”

- BL

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Cemitério de Pianos

Acabei de ler o livro de José Luis Peixoto, Cemitério de Pianos. Trata a história duma familia portuguesa, que nos é contada pelo Pai da mesma, que acaba de morrer vitima de cancro. Acabamos por ouvi-lo falar de como conheceu a sua mulher, acerca dos seus filhos e netos, das relações entre eles, enfim, duma vida em familia, onde a maior parte da prosa ocorre dentro duma oficina de carpintaria que tem um anexo com pianos "mortos" onde as suas peças são usadas para ressuscitar outros.

Na segunda parte do livro (pelo menos é assim que a vejo) a história passa a ser contada por diversos membros da familia, nomeadamente por um dos filhos do primeiro interlocutor que se encontra a realizar a maratona de Estocolmo, representando Portugal nos Jogos Olímpicos. Apesar do nome deste corredor ser o de Francisco Lázaro, nada tem a ver com este atleta.

Achei o livro assim-assim, a certa altura o autor deu-lhe para inventar umas trocas de interlocutores, ora estamos em Estocolmo, ora estamos em Lisboa, ora estamos na terra de uma das filhas, e em diversas alturas no tempo e com pausas na prosa que acabaram por me deixar um pouco confuso.

Como pontuação, não lhe posso dar mais do que 5/10.

- BL

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

ASUS Eeepc 1000h Black Edition

Faz hoje uma semana que fomos buscar o dito netbook à Globaldata. A R. mal podia esperar por desempacotar o seu mini-pc e começar a usá-lo. Logo depois de jantar fomos abrir a caixa e explorá-lo.

Logo à partida, tem-se a noção de que se vai encher de dedadas, pois o material de que é feito é muito propício a esses acontecimentos.

Das primeiras coisas que se nota é que o start-up é rapidíssimo, já traz o Microsoft Windows XP Home, Intervideo WinDVD (não sei para quê, uma vez que não tem leitor), Skype e o Sun StarOffice Suite. A resolução é que podia ser um bocadinho melhor, mas também… em 10’’ era complicado. O teclado pode parecer pequeno mas é perfeitamente adaptado. As restantes especificações, como bluetooth, wireless, etc… já falei aqui, por isso não me vou alongar mais.

A configuração da rede wireless, é igual a qualquer outro, e portanto rapidamente estava ligado à rede lá de casa. O disco de 160GB, já vem repartido por duas partições (passo a redundância), o que é óptimo. Significa menos trabalho pois já não preciso de o reinstalar para ficar perfeito.

Como a R. não se dá muito bem com aquele suite de office, acabei por instalar uma versão demo do Microsoft Office 2007, mas estava com receio que ele não se aguentasse à bomboca, mas pelos vistos, portou-se bem.

Uma coisa importante, a duração da bateria é excelente. Ainda ontem estava a 50% e ainda indicava que ira durar mais de 3,5 horas.

Optámos por comprar um mouse da Logitech (V100) pois o trackpad não é para nós, aliás, quem é que usa aquilo? O rato é bastante porreirinho e até estou a pensar comprar um para o meu portátil.

Enfim, a R. está muito satisfeita com a aquisição e tem usado tanto no trabalho como em casa.

Ah, outra coisa porreira é que traz um acesso ao EeeStorage com 10GB’s. Trata-se de um repositório online, criado exclusivamente para quem tem um EeePC.

Até agora o único senão é trazer um dvd de recuperação quando não tem leitor de dvd! Podiam ter optado por outro formato, tipo um cartão ou uma pen.

Se quiserem ler outra opinião (muito mais bem formada), cliquem.

Já agora, ficou pela quantia de 358€, ao invés dos 414€ que tinha anunciado em Setembro.

- BL

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ironman

Tal como prometido, venho aqui deixar a minha crítica ao filme Ironman.

Sempre gostei de filmes de heróis da banda desenhada, mas devo confessar que nunca tinha lido nada acerca desta personagem, portanto não posso fazer juízos de valor acerca da encarnação da mesma, ou até mesmo dos próprios vilões. O que importa é que eu gostei do filme. É claro que tem os seus abusos, mas afinal, trata-se de um filme de banda desenhada, portanto não se pode apontar o dedo nesse aspecto. Acho que o Robert Downey Junior faz um excelente papel, fazendo jus à personagem. Tony Stark é um multimilionário dos EUA que é dono duma empresa de fabrico de armas. Numa demonstração do seu último projecto no Afeganistão, acaba envolvido numa emboscada e é apanhado por terroristas que após o reconhecerem obrigam-no a construir uma plataforma de mísseis. Ao invés disso, Stark resolve construir uma armadura extremamente resistente, que dispara mísseis, voa e outras coisas que tais. É graças a ela que Stark consegue fugir. Com problemas de consciência após ter percebido que as armas que produz são as mesmas usadas pelos terroristas que os aprisionaram, acaba por decidir por termo à produção de armas. Acaba por desenvolver e construir uma armadura mais detalhada que finalmente dará corpo a Ironman. É claro que a sua decisão acata inimigos e é com a luta com um deles que decorre a segunda parte do filme.

7,5/10
"Is it better to be feared or to be respected? And I say, is it too much to ask for both?"
- BL