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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Sábado foi dia de Feira do Livro de Lisboa

Já tinha pensado em ir à Feira do Livro durante a semana passada, para aproveitar a novidade que existe este ano, a Happy Hour onde podemos encontrar livros com 50% de desconto. Infelizmente, não houve um dia que tivesse saído mais cedo do trabalho, e com os banhos e jantares dos miúdos, optámos por adiar a visita para o fim-de-semana.

Assim sendo, lá fomos no sábado, logo a seguir ao almoço. Chegados lá, deparámos com a primeira dificuldade… o de arranjar lugar para estacionar. Após algumas voltas, lá arranjámos um e seguimos para a Feira onde se encontrava a segunda dificuldade, a quantidade de gente que lá se encontrava!

A Filha do CapitãoDe qualquer maneira, estava tudo impecável e organizado. Muitos dos stands tinham autores a dar autógrafos e a conversar com os seus leitores. Havia também um espaço para crianças que estava a abarrotar e o D. nem pôde usá-lo. Estava numa de ver se o livro “A filha do Capitão” de José Rodrigues dos Santos estava como livro do dia, mas tive azar.  Quando vou a sair do stand, deparei-me com o próprio a dar autógrafos e então lá tive que comprar o livro! :D Fui ter com ele e ele autografou-me o livro, mas dedicou mais tempo a meter-se com o D. do que comigo. :) Ele também não é muito de grandes conversas, portanto, foi autografar e andar.

A R. também conseguiu apanhar dois achados, para a sua biblioteca de pedagogia infantil, e já eram horas do lanche dos pequenotes. Acabámos por nos sentarmos à sombra, e dar-lhes o lanche. Acabámos por dar mais uma volta e quando estávamos a sair da feira, fiquei com a pulga atrás da orelha acerca de um outro livro, “O Espião de D. João II”, de uma autora desconhecida (para mim) Deana Barroqueiro.ag_03_deanabaroqueiro_dez2009 A editora era a Ésquilo, de onde já tenho adquirido vários livros de Paulo Loução, acerca dos Templários e de lugares míticos em Portugal, portanto só podia ter notas positivas. Descobri que a escritora também se encontrava na feira, a autografar os seus livros, e acabei por adquiri-lo! Fui ter com ela, e pareceu-me uma pessoa muito simpática, pois convidou-me logo a sentar e fiquei ali a ouvi-la descrever o seu livro, sem contar a sua história, logicamente, mas a falar dos tempos de D. João II, Bartolomeu Dias e Pêro da Covilhã e a época dos Descobrimentos. O livro fala da viagem secreta de Pêro da Covilhã, onde durante 6 anos andou em busca de novos territórios e gentes, a mandato do Rei. O espião retrata uma uma mistura de um James Bond com o Indiana Jones, da época, segundo a própria escritora.

Fiquei cativado pela conversa que ela teve a simpatia de ter comigo, e estou desejoso de o começar a ler.

Pensava que ontem seria o útimo dia de Feira, mas afinal parece que prolongaram até dia 23 de Maio,portanto, aproveitem!

Pouco depois, optámos por regressar ao carro e seguir para casa. Estava uma bela tarde.

- BL

quinta-feira, 19 de março de 2009

Pê de Pai

Nada melhor do que o dia de hoje para vos dar esta dica.

Trata-se de um livro para crianças, da editora Planeta Tangerina, pelo qual fiquei apaixonado, pois revejo-me nas imagens que ele contém.

Deixo-vos com algumas delas, e com o desejo de um Feliz dia do Pai para quem o é (ou vai ser) e um grande abraço para o meu Pai.

- BL

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Cemitério de Pianos

Acabei de ler o livro de José Luis Peixoto, Cemitério de Pianos. Trata a história duma familia portuguesa, que nos é contada pelo Pai da mesma, que acaba de morrer vitima de cancro. Acabamos por ouvi-lo falar de como conheceu a sua mulher, acerca dos seus filhos e netos, das relações entre eles, enfim, duma vida em familia, onde a maior parte da prosa ocorre dentro duma oficina de carpintaria que tem um anexo com pianos "mortos" onde as suas peças são usadas para ressuscitar outros.

Na segunda parte do livro (pelo menos é assim que a vejo) a história passa a ser contada por diversos membros da familia, nomeadamente por um dos filhos do primeiro interlocutor que se encontra a realizar a maratona de Estocolmo, representando Portugal nos Jogos Olímpicos. Apesar do nome deste corredor ser o de Francisco Lázaro, nada tem a ver com este atleta.

Achei o livro assim-assim, a certa altura o autor deu-lhe para inventar umas trocas de interlocutores, ora estamos em Estocolmo, ora estamos em Lisboa, ora estamos na terra de uma das filhas, e em diversas alturas no tempo e com pausas na prosa que acabaram por me deixar um pouco confuso.

Como pontuação, não lhe posso dar mais do que 5/10.

- BL